Os produtos de limpeza clandestinos

agosto 30th, 2010 No comments »

Conforme o Projeto Escola Legal já alertou no post “Os produtos de limpeza ilegais”, esse tipo de saneante pode causar queimaduras e intoxicações. Por isso, o vídeo abaixo ilustra e explica melhor a falsificação ou produção ilegal desses produtos, lembrando que, muitos deles são feitos artesanalmente e não possuem registro na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), sendo portanto, ilegais.

 

Fonte: TV NBR

Por dentro da pirataria

agosto 19th, 2010 No comments »

No último domingo (15/08), a Rede Globo exibiu no Fantástico uma reportagem que traz à tona a realidade da falsificação de produtos no mundo, como por exemplo: o crime organizado por trás das operações, prejuízos enormes para a economia do país, exploração do trabalho ilegal e, ainda por cima, produtos que prejudicam a saúde dos consumidores – como as famosas escovas de dente “Juliana” – nas quais as cerdas podem provocar lesões nas gengivas e parte interna da boca.

Além das questões gerais, a reportagem mostrou como funciona uma fábrica de relógios falsificados, que explora diariamente o trabalho de pessoas sem proporcionar segurança à elas a segurança jurídica necessária.

Outro item muito comentado e grave é o dos medicamentos falsificados, que já se tornou uma questão de risco à saúde pública no Brasil e no mundo, demonstrando a capacidade das organizações criminosas de criar e operar fábricas de todo tipo de produto.

Confira a reportagem completa no vídeo abaixo. Você vai se impressionar.

 

Fonte do vídeo: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1319267-7823-FANTASTICO+PERCORRE+O+CAMINHO+DE+PRODUTOS+PIRATEADOS,00.html

Produto pirata: sinônimo de má qualidade!

agosto 5th, 2010 No comments »

Como sempre alertamos no Projeto Escola Legal, a pirataria é uma fonte de recursos para que organizaçãoes criminosas financie outras atividades ilícitas como a corrupção, tráfico de drogas, entre outras.

Como se não bastasse, a qualidade do produto falsificado é muito baixa e, em alguns casos, a imitação fica muito grosseira, como podemos ver nas imagens abaixo:

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Ficou impressionado? Confira também o ovo pirata, a Ferrari pirata e as motos piratas!

Os prejuízos da pirataria para o mercado de jogos

julho 15th, 2010 No comments »

O mercado de jogos no mundo, com a evolução tecnológica e com as inovações constantes por que passam o setor, tem crescido em uma velocidade muito grande. Diante disso, os falsificadores acompanham este crescimento, e enxergam nessa área um grande mercado para buscar o financiamento para outras atividades ilícitas.

Com isso, nos últimos 5 anos, o mercado mundial de jogos perdeu US$ 41 bilhões!!

Tanto no Brasil quanto em muitos outros países no mundo, o setor de jogos digitais possui um mercado extenso que emprega muitos profissionais, em diversas áreas. Esses profissionais são os mais prejudicados com a existência e aumento da pirataria no mundo, pois esse mercado paralelo impede que novos empregos sejam gerados e muitas vezes acarretam massivas demissões no setor.

Além disso, o governo perde em impostos não arrecadados e, conseqüentemente, há menos dinheiro para ser investido em saúde, educação e segurança; o que afeta diretamente a qualidade de vida da população.

Por vezes achamos que a pirataria não nos afeta; mas, muito pelo contrário, além de violar os direitos de propriedade intelectual em relação aos criadores dos objetos copiados, prejudica ainda os governos, em relação aos impostos,  e sucessivamente à sociedade, com o aumento do desemprego, prejuízos à saúde do próprio consumidor e desgaste excessivo do meio ambiente.

Por isso, fique atento! A pirataria não vale a pena. Pratique cidadania dizendo NÃO à pirataria!

Fonte: http://www.adrenaline.com.br/games/noticias/5195/pirataria-nos-portateis-gera-perdas-de-us-41-bi-a-industria-de-jogos.html

Pirataria: demissões e prejuízos para as vídeo locadoras

julho 12th, 2010 No comments »

Conforme o Projeto Escola Legal vêm alertando, a pirataria causa, entre outros prejuízos e males, o aumento do desemprego. Podemos utilizar como exemplo o mercado de locação de filmes. Segundo o Sindicato das Empresas Vídeo Locadoras do Estado de São Paulo, em 2005 havia cerca de 4.000 locadoras em todo o estado, enquanto hoje, 5 anos depois, restaram apenas 1.600 locadoras, uma redução de 60%.

Outro dado ainda mais assustador é fornecido pelo presidente da Associação Brasileira de Vídeo Locadoras, Carlos Augusto, que destaca que “ em nível nacional, a pirataria representa 75% do mercado de filmes […]”.

Essa redução no número de locadoras no estado gerou a demissão de 10 mil pessoas. A pirataria é a grande vilã de tudo isso e afeta outros mercados. Não somente a pirataria física (venda de DVD’s) como a pirataria virtual (download de filmes) prejudicam não só o mercado de vídeo locação como toda a cadeia de produção destes filmes.

Nessa cadeia de produção estão empregados desde diretores, produtores e atores dos filmes até mesmo os funcionários das produtoras como o pessoal de administração, limpeza, segurança, etc. E a pirataria afeta a todos esses profissionais, que por vezes são demitidos como forma de cortar os custos e diminuir os prejuízos que a pirataria causa.

Diante disso, faça sua parte exercendo a cidadania não comprando produtos piratas. Com isso, você não contribui para o aumento do desemprego. Além disso, o DVD pirata não apresenta os requisitos mínimos de qualidade, não possui garantias de troca em caso de defeitos e ainda desestimula a criação de novos filmes. Diga não à pirataria!

Fonte: http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?305921

Vídeo: “A história das coisas” – Annie Leonard

julho 6th, 2010 No comments »

Caros Educadores,

Já está disponível na seção “Cantinho do Educador” o vídeo “A hístória das coisas” da ambientalista norte-americana Annie Leonard, que foi apresentado na oficina de educadores do IV Fórum de Conscientização de Educadores no Combate à Pirataria, que ocorreu em 29/05/2010.

Este vídeo conta um pouco como funciona o sistema de consumo que a sociedade mundial vive hoje e a sua relação com a sustentabilidade e preservação do planeta. Esse assunto se identifica muito com a pirataria pelo fato da pirataria gerar lixo clandestino e em maior quantidade e sobre a questão das marcas e do consumismo.

Não deixe de ver e passar para seus alunos!

 

A visagem e a verdade

julho 1st, 2010 No comments »

Autor: Lúcio Flávio Pinto – 30.06.10 – 13h28

A advogada Ilma Barcelos, da OAB do Espírito Santo, recolocou em circulação uma das denúncias que constantemente vai e volta, sem perder ímpeto nem ganhar credibilidade: de que navios estrangeiros estariam roubando água na Amazônia. Segundo ela, cada navio carregaria em seus porões 250 milhões de litros por viagem. Essa água seria comercializada na Europa e no Oriente Médio.

Em minha primeira coluna neste espaço, tentei mostrar que essa pirataria ainda é fantasia. Principalmente porque não é econômica. Várias autoridades seguiram raciocínios idênticos ao serem questionadas sobre a denúncia. O porta-voz da Marinha garantiu que a água captada pelos navios é autorizada por convenção internacional e praticada em todos os países. Serve de lastro para que as embarcações tenham segurança em sua navegação. Assegurou que jamais o governo recebeu denúncia concreta sobre práticas ilícitas desse carregamento.

Já a Agência Nacional de Águas (ANA) recorreu aos argumentos econômicos para desmentir a prática de hidropirataria. Seu representante alegou não ser viável como negócio: o custo do frete da água levada da Amazônia para a Europa ou o Oriente Médio e do seu tratamento seria de três a cinco vezes superior ao custo da dessalinização da água usada em Israel ou na Arábia Saudita, onde o processo é utilizado. Ainda que o Brasil legalizasse e autorizasse os navios a levarem a água de graça, o custo do transporte e beneficiamento tornaria inviável a operação.

Há ainda um detalhe técnico relevante: 250 milhões de litros representam uma quantidade pequena de água bruta (ainda não potável) para venda, mas constituem volume expressivo para um navio. É tonelagem muito superior à dos cargueiros que costumam operar na bacia amazônica.

A advogada Ilma Barcelos desdenhou das explicações. Para ela, a hidropirataria só não se comprova porque a fiscalização dos órgãos públicos é falha. Está disposta a contribuir para comprovar o que disse: vai formalizar uma denúncia à Marinha. Disse para a imprensa que já tinha “certeza absoluta que essas questões seriam negadas porque ninguém vai assumir que é incompetente em algum órgão”.

Como a denúncia repercutiu, circulando por redes na internet (não pela primeira vez e certamente não pela última), o deputado Lupércio Ramos (PMDB-AM) pediu a realização de audiência pública na Câmara Federal para tratar da questão. Também cobrou dos órgãos de defesa e de segurança a ampliação do sistema de fiscalização na Amazônia. “O país precisa começar a discutir o direito de uso da água. Nós devemos estar em alerta em relação à Amazônia, porque temos lá um patrimônio extraordinário”, justificou o parlamentar.

Para bem administrar esse patrimônio, porém, é preciso inventariá-lo, classificá-lo e usá-lo de forma correta, o que pressupõe conhecimento de causa. Aí é que mora o problema. A Amazônia é um tema tão universal quanto o futebol. Todos acham que entendem dela e dão seus palpites como se fossem a expressão absoluta da verdade. O contencioso amazônico é uma reunião de barbaridades.

É evidente, ao mais elementar iniciado em questões amazônicas, que não há a pirataria apontada pela advogada capixaba. Simplesmente porque ainda não dá lucro praticá-la. E porque, para colocá-la em curso, são requeridos providências e procedimentos que ninguém ainda identificou. Há irregularidades na navegação amazônica e ela é pessimamente fiscalizada. Mas a hidropirataria é um hidromito, ao menos por ora, como observou com sarcasmo o representante da ANA.

O brasileiro tem como seu patrimônio a maior bacia hidrográfica do planeta e o dilapida todos os dias na Amazônia. É um bem que atrai o interesse mundial, mas para outros fins, não como fonte de água potável – ou ainda não. Há um negócio muito mais atrativo, um dos mais rentáveis nos últimos anos em qualquer parte: a água engarrafada.

Ela é apresentada como se fosse água mineral, mas na maioria dos casos ou vem da rede pública ou de drenagens superficiais (não de uma fonte de água pura). Esta é uma autêntica pirataria, que rende bilhões de dólares de super-lucros indevidos. E é praticada à vista de todos sem provocar o impacto das denúncias da advogada capixaba.

Histórias chocantes e sensacionalistas, mesmo quando usadas como inspiração para defender a Amazônia, têm um efeito nocivo, principalmente por desviar a atenção do real para fantasias. Em 1976 um cientista denunciou que a Volkswagen havia posto fogo em um milhão de hectares na fazenda que possuía no sul do Pará. O incêndio havia sido detectado pelo satélite americano Skylab, o maior já registrado pelo homem.

A queimada era, na verdade, de 10 mil hectares, 100 vezes menor. Todos se desinteressaram pelo caso. Ainda assim, era a maior queimada feita em uma única temporada de fogo na Amazônia. A boa intenção do denunciante teve efeito reverso ao pretendido. O exagero foi o boi de piranha para a Volks desviar sua manada para longe da atenção da opinião pública.

Pouco depois surgiu a história de que submarinos emergiam à noite na sede do Projeto Jari, do milionário americano Daniel Ludwig, no Pará, para carregar ouro e minerais estratégicos. Muita gente acreditou e até um senador exigiu todo um aparato de segurança nacional do governo militar para ir a Monte Dourado verificar essas e outras denúncias.

Se esses submarinos conseguissem navegar pelas águas barrentas do Amazonas, evitando as toras de madeira que ele arrasta na época de cheias, até que seria um troféu justo ficarem com o ouro e os demais minérios. Um submarino cabe melhor numa fábula, porque fica escondido debaixo d’água. O problema é o outro lado do enredo. Um navio de carga faria um serviço muito melhor e mais econômico. Mas não se encaixaria na fantasia.

Também se dizia que, no meio do minério de ferro da Serra dos Carajás, as multinacionais estariam levando ouro ou urânio. Ferro se mede por milhões de toneladas para ser comercial. Ouro, em gramas. Urânio, em quilos. Um processo que permitisse separar ouro e urânio na extração de ferro seria uma revolução tecnológica.

Aos exploradores dos recursos naturais de Carajás, no Pará, basta o minério de ferro, o melhor que existe na crosta terrestre. Transportado, à razão de 90 milhões de toneladas anuais (volume que dobrará até o meio da década), para a Ásia e a Europa pelo maior trem de carga do mundo, em nove viagens diárias, é um autêntico negócio da China (para a China). Sem qualquer vestígio de outro bem.

Há muita pirataria e ilegalidade na Amazônia. Haveria muito menos se houvesse melhor fiscalização. Mais importante seria se houvesse melhor conhecimento, maior valorização do homem, mais retenção de suas riquezas em proveito de quem a habita. Valorizado, o amazônida cuidaria de separar o joio do trigo.

Ao invés de enfrentar fantasmas ao meio-dia ou zanzar atrás de bruxas circulando com vassouras pelo espaço, ele submeteria cada questão ao teste de consistência e à prova da verdade. Com a lição aprendida, talvez se colocasse em condições de escrever uma história melhor para a região. Sem fantasmagorias, mas também sem exploração.

Fonte: http://colunistas.yahoo.net/posts/3149.html

Novo material para os educadores!

junho 25th, 2010 No comments »

Caros Educadores,

Vocês já podem acessar no nosso “Cantinho do Educador” a apresentação “Propriedade Intelectual, Ètica e Cidadania”, ministrada pelo advogado e Mestre em Direito Econômico Luís Bernardo Coelho Cascão, que foi um dos palestrantes do IV Fòrum de Conscientização de Educadores no Combate à Pirataria, ocorrido em 29/05/2010.

A apresentação pode ser utilizada como material de apoio para o educador e até para desenvolver atividades diretamente com os alunos.

Para acessar a apresentação, clique aqui.

E aguardem. Em breve estarão disponíveis os vídeos ministrados nas oficinas do IV Fórum de Educadores.

Até breve!

Material para os educadores

junho 23rd, 2010 No comments »

Caros Educadores,

Já está disponível na página “Cantinho do Educador” a apresentação de slides da oficina de educadores, ministrada por Agatha Estriga, ocorrida no IV Fórum de Conscientização de Educadores no Combate à Pirataria.

A apresentação foi ministrada pela psicóloga Agatha Estriga, especialista em educação corporativa, treinamento e desenvolvimento.

Os educadores podem usá-la como material de suporte no desenvolvimento das atividades com os alunos.

Não percam amanhã estará disponível a apresentação de Luis Bernardo Coelho Cascão, advogado e mestre em Direito Econômico, que palestrou no IV Fórum de Conscientização de Educadores  no Combate à Pirataria.

Para acessar a apresentação, clique aqui.

Fotos do IV Fórum de Conscientização de Educadores no Combate à Pirataria

junho 22nd, 2010 1 comment »

Atenção educadores!!

Vocês não podem deixar de conferir as fotos do IV Fórum de Conscientização de Educadores no Combate à Pirataria, que ocorreu no dia 29/05/10 e reuniu educadores de escolas da rede pública e privada de São Paulo e Região Metropolitana.

As fotos ilustram o sucesso do evento e mais uma vez, a Equipe do Projeto Escola Legal agradece aos educadores pelo empenho e dedicação. Parabéns!

Para ver todas as imagens, acesse a nossa seção de Fotos clicando aqui.