Histórico

O projeto piloto em 2007

Durante o primeiro ano do projeto, o piloto foi implementado em 5 escolas na cidade de São Paulo: quatro escolas particulares e uma pública. Os trabalhos desenvolvidos visaram sensibilizar toda a comunidade escolar (pais, alunos e professores).

Dentre as atividades realizadas, foram promovidos debates, palestras de sensibilização, oficinas de trabalho, mostras da pirataria e a apresentação de uma peça de teatro para os alunos. Todas essas atividades tiveram como objetivo explorar a aplicabilidade do tema e seu conteúdo em disciplinas variadas.

Somente no primeiro ano de trabalho, alcançamos 1.433 alunos, 588 pais e 93 professores. Ao todo, foram 7 empresas patrocinadoras, 25 matérias na mídia sobre o projetos, entre revistas, jornais, televisão e sites online.

O Projeto Escola Legal - consagração

Como em 2007, os trabalhos do Projeto Escola Legal se iniciaram nos anos seguintes com a realização do Fórum de Conscientização de Educadores no Combate à Pirataria em todas as cidades participantes. Ocasião em que os educadores participam de oficinas para discutir a aplicação do conteúdo em sala de aula, recebendo e fazendo sugestões de como abordar o tema em disciplinas variadas.

Para garantir um maior aproveitamento dentro das escolas, o foco do projeto foi direcionado para a formação de multiplicadores (os professores). Nos encontros com os educadores são realizados trabalhos de sensibilização e capacitação sobre o tema, mas há também a importante troca de informações e experiências entre os professores e demais participantes do Projeto. Como exemplo das formas de abordagem em sala de aula tivemos:

Textos argumentativos e descritivos, debates interativos e pesquisas preparatórias para vestibular para tratar o tema na disciplina de português. Para matemática, foi apontada a opção por trabalhar tabelas e gráficos que nos permitem elucidar perdas que o consumo dos produtos piratas acarreta para a sociedade, através da sonegação de impostos e da baixa arrecadação. Em história e geografia, a gama de opções é extensa; algumas sugestões foram: mapas identificando países por onde transitam os produtos piratas, o exercício de comparação do passado versus o presente (a história e origem da pirataria), a confecção de documentários audiovisuais pelos alunos, contemplando a realidade da comunidade em que estão inseridos. Para ciências, foi destacada a questão da importância da proteção à inovação e do estímulo ao empreendedorismo, o cuidado com o corpo humano (a relação pirataria e danos à saúde), e também a biopirataria – um problema atual no Brasil e no mundo.

Dando continuidade a nossa intenção de melhorar a comunicação efetiva com a comunidade escolar, além do vídeo de apoio que acompanhou o ABC do PEL (antigo material informativo), no final do ano de 2009, o Projeto Escola Legal lançou seu portal (www.projetoescolalegal.org.br), em substituição ao antigo blog. Sempre com o objetivo de se aproximar e de se comunicar mais efetivamente com a comunidade escolar, o Portal do Projeto Escola Legal contém informações e notícias sobre o tema “pirataria” e assuntos correlatos que servem de base, inclusive, para auxiliar o educador no desenvolvimento de atividades em sala de aula.

Em 2010, dando continuidade ao processo de reformulação e adequação da metodologia, com o auxílio e cooperação do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), ligado ao Ministério da Justiça, o material destinado aos educadores foi reformulado; contando ainda com uma nova identidade visual, o Manual do Educador contém, além de conteúdo informativo que serve de base para os educadores, sugestões de atividades que podem ser implementadas em sala de aula.

PRINT NOVA CAPA MANUAL PEL

Manual do Educador Reformulado

Apesar de todas essas mudanças, o Projeto Escola Legal cresceu ainda mais em 2010; e os números são expressivos. Implementado em 6 cidades espalhadas pelo Brasil (São Paulo, São Bernardo do Campo-SP, Caieiras-SP, Campinas-SP, Goiânia-GO e Blumenau-SC), o PEL foi implementado em 82 escolas (9 particulares e 73 públicas), sensibilizando 1.006 educadores e conscientizando 13,200 alunos.

Ao longo dos quatro anos de implementação, o projeto já foi replicado para  164 escolas, sendo  143 públicas e  21 particulares,  1.959 educadores foram sensibilizados para o tema e  35.197 alunos foram tocados com o conteúdo em  7 cidades.

Projeto Escola Legal

Educadores recebem certificados no Evento de Encerramento do PEL 2010

Compartilhe
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • email
  • Technorati
  • Twitter
Copyright © Amcham - Projeto Escola Legal: